Monthly Archives: Abril 2010

Banco de Itens do GAVE – Preparação para a Prova de Aferição de Matemática do 2º Ciclo

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O GAVE disponibiliza uma base de itens retirados das Provas de Aferição onde vocês podem testar os vossos conhecimentos e começar a preparação para as Provas de Aferição que são já para a semana 😉

Clica no link e bom trabalho 🙂

http://bi.gave.min-edu.pt/bi/2eb/841/

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Teoria Matemática prova: O Amor Eterno não existe

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Investigador espanhol cria equação em que o esforço é uma das variáveis principais

 

Um cientista espanhol elaborou um modelo teórico que sugere que as relações sentimentais duradouras e satisfatórias são praticamente impossíveis.

O amor eterno é impossível segundo modelo teórico

O matemático russo Lev Pontryagin, falecido em 1988, nunca imaginou que a sua teoria do controle óptimo, desenvolvida para solucionar um contratempo de um avião de combate soviético, pudesse ser usada para explicar, por exemplo, porque razão a cada 33 segundos termina um casamento europeu.

No entanto foi o que José Manuel Rey, da Universidade Complutense de Madrid, fez. E com base na Matemática afirmou: “Ter uma relação sentimental duradoura e satisfatória é impossível, salvo excepções”.

Rey juntou a segunda lei da termodinâmica e as equações de Pontryagin para explicar o paradoxo do fracasso: muitas pessoas casam-se apaixonadas e comprometem-se a viver juntas para sempre, mas o matrimónio acaba mal sucedido.

“Quando se inicia um casamento as sensações dissipam-se como o calor de um copo de leite, o amor não basta, há que fazer um esforço”, garante o investigador. Até aqui nada de novo.

O psicólogo norte-americano John Gottman aplicou a segunda lei da termodinâmica ao amor em 2002 e, desde então, é consultor matrimonial em Seattle a partir de conversas em laboratório. Mas Rey foi mais além.

O seu modelo teórico, publicado na PloS ONE, é um integral e uma equação, inteligíveis para qualquer pessoa não especialista em Matemática, que demonstra “um mecanismo diabólico que faz com que, mesmo que se case muito apaixonado e haja muito esforço, seja muito fácil fracassar”.

Ao introduzir variáveis como a sensação positiva que produz uma relação amorosa e o custo do esforço para manter viva a chama, da máquina teórica de Pontryagin saíram três conclusões não tão óbvias. A primeira, segundo salienta Rey, é que de entre todos os modos de esforço para manter uma relação, só há uma que funciona − mesmo que a equação não diga qual.

Em segundo lugar, o esforço necessário é sempre maior do que o esperado. E por último, é fundamental manter o esforço durante toda a vida para vencer a inércia natural que, segundo mostram as equações de Rey, conduz de modo implacável a preguiça entre o casal.

Modelo vindo do espaço

O modelo teórico de Rey é reducionista e utiliza uma equação que os engenheiros da NASA empregam para ajustar a viagem de uma nave espacial, mas altera o espaço percorrido pelo amor e o combustível necessário por um esforço abstracto.

Ficam de fora milhões de variáveis. “Quando um fenómeno sociológico é tão massivo como o divórcio, é muito difícil pensar que existe uma multiplicidade de causas. Há que procurar um mecanismo simplificador, e a arte das matemáticas é eleger as variáveis chave de um problema”, aclara o cientista.

Nas equações, o esforço é apenas uma letra. Em todos os casais esse esforço é abstracto, mesmo que nuns signifique aturar a sogra e noutros suportar o companheiro a roncar durante a noite.

Mesmo que o casal seja ideal, o esforço, como reconhecem os sociólogos, é sempre maior do que esperado. O amor é “uma substância que arrefece”, segundo Rey, que parece saber do que fala: é casado.

 Fonte: Ciência Hoje

Materiais de Apoio para o 5º e 6º Ano

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Olá a todos 🙂
Aqui ficam dois links com exercícios de 5º e 6º Ano.
Deita mãos à obra e testa os teus conhecimentos até ao momento sobre todos os temas 😉
Para o 6º Ano, estes são dois links que podem servir para se preparem para as Provas de Aferição que se realizam já para a próxima semana…
 
5º Ano
 
6ºAno
 
 
 

“Ser-se moderno é gostar de Matemática”

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Gulbenkian apresenta Ciclo de Conferências  sobre os encantos da ciência dos números.

Dez anos após o Ano Internacional da Matemática, a Fundação Calouste Gulbenkian vai analisar o ponto da situação da ciência dos números em Portugal.

João Caraça, director do serviço de Ciência da Gulbenkian, garante ao Ciência Hoje que “a Matemática está entrosada na nossa sociedade” e mais à frente acrescenta que “uma sociedade que não gosta de Matemática é antiga”.

Ouvir falar na disciplina que nos obrigava a cantarolar a tabuada pode não ser à partida uma boa notícia para alguns. No entanto, observar conchas e búzios, decifrar códigos de sociedades secretas ou dar um passeio por Lisboa podem já parecer actividades mais estimulantes.

É exactamente isto que a Gulbenkian se propõe a fazer no Ciclo de Conferências «A Matemática e os seus encantos», que começa já na próxima quarta-feira, 21 de Abril, às 18h00. Jorge Picado, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, abre o ciclo com «A Beleza Matemática das Conchas Marítimas».

António Machiavelo da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto vai desvendar «A Matemática nas Comunicações Confidenciais» a 19 de Maio e a 23 de Junho cabe a Ana Cannas da Silva, do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa, levar o público a observar Lisboa segundo a «Simetria Passo a Passo».

Os títulos apelativos mostram o interesse em cativar o público mais jovem, nomeadamente do secundário e terceiro ciclo básico.

Contudo o debate é aberto a todos − desde cientistas e investigadores a autodidactas ou curiosos. Por isto, João Caraça afirma que estas conferências “são um desafio para os cientistas: o conteúdo tem de ser interessante tanto para os colegas investigadores como para o público geral”.

O desafio de um puzzel

Para o director de Ciência da Gulbenkian “ainda há vozes, mas cada vez mais envergonhadas, que dizem que não gostam de Matemática”, mas contesta de seguida: “Quem não gosta de um puzzel? Quando se resolve é um prazer que nunca mais se esquece”.

É este lado entusiasmante da ciência que se pretende mostrar nas quartas-feiras de debate.

A Gulbenkian lança ainda, anualmente, o programa «Novos Talentos em Matemática», que permite aos estudantes do ensino superior relacionarem-se desde cedo com os investigadores e os desafios da ciência.

Galileu e a Natureza

Já Galileu afirmava: “A Natureza é como se fosse um livro escrito em linguagem matemática”.

João Caraça pega na deixa para nos explicar a relação intrínseca dos humanos com a ciência. “A nossa ligação ao mundo é feita através da Natureza, nós compreendemo-la e transformamo-la e por isso não podemos deixar de perceber os seus padrões”, explica.

O investigador continua o raciocínio, afirmando que “somos o que sabemos”, mesmo socialmente, “temos de ser cidadãos a cem por cento e enfrentar com gosto as certezas e desafios que a ciência nos oferece”, e conclui com uma certeza: “Ser-se moderno é gostar de Matemática”.

Fonte: Ciência Hoje

A turma do 8º Ano observada através da Estatística

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No final do segundo período os alunos da turma do 8º Ano desenvolveram um trabalho onde colocaram em prática os conteúdos leccionados nas aulas sobre Estatística (Organização e Tratamento de dados).

Este trabalho consistiu na elaboração de um inquérito, ao qual os alunos responderam e consequente organização e tratamento dos dados recolhidos através do Microsoft Excel.

Para todos os interessados aqui fica o trabalho final: Trabalho_Estatistica.

Teste Intermédio de Matemática – 9º Ano

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No próximo dia 11 de Maio de 2010, os alunos do 9º ano irão realizar o segundo teste intermédio de Matemática do Gave.

Aqui ficam os links para poderem aceder aos segundos testes intermédios de Matemática dos anos lectivos anteriores.

Bom Trabalho 😉

Maio de 2009:

http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=9&fileName=Mat9_t2_enunciado_v1_09.pdf

Maio de 2008:

http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=9&fileName=M3Ceb9_t2_ec.pdf

Testes Intermédios de Matemática – 8º Ano

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No próximo dia 27 de Abril de 2010, os alunos do 8º Ano irão realizar o Teste Intermédio do Gave.

Como tudo se consegue com algum trabalho, aqui ficam os links para os Testes Intermédios dos anos anteriores.

Bom Trabalho 😉

 

Abril de 2009:

http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=9&fileName=Mat8_enunciado_v1_09.pdf

 

Abril de 2008:

http://www.gave.min-edu.pt/np3content/?newsId=9&fileName=M3Ceb8_ec_vv.pdf